Sl 136(137),1-2.3.4-5.6 (R. 6a) R. Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti, Jerusalém, eu me esquecer!
1 Junto aos rios da Babilônia † nos sentávamos chorando, * com saudades de Sião.
2 Nos salgueiros por ali * penduramos nossas harpas. R.
3 Pois foi lá que os opressores * nos pediram nossos cânticos; nossos guardas exigiam * alegria na tristeza: "Cantai hoje para nós * algum canto de Sião!" R.
4 Como havemos de cantar † os cantares do Senhor * numa terra estrangeira?
5 Se de ti, Jerusalém, † algum dia eu me esquecer, * que resseque a minha mão! R.
6 Que se cole a minha língua † e se prenda ao céu da boca, * se de ti não me lembrar! Se não for Jerusalém * minha grande alegria! R.
Fonte consultada: Liturgia diária.